Liese


Grave meu nome no vitral 
E
  Na
    Pedra
Para que o tempo 
  Jamais 
    Me leve 
     De teu umbral.
e em fonte entregue minha nascente
Em praça pública 
Teu coração 
Para banhar o jovem, rir o infante;
Ser fluente para tua gente. 
Me forme belo Tuas Palavras 
Quente e áspera trova 
Para transpor minhas vivências 
Como cotidianas coisas novas. 
No mais 
Peço calma pra alma 
Flerte aos olhos 
Paixão ao tocar 
Pois em ti, 
Pequena Liese, 
O belo em jardim 
Florescerá 
E de virtude erguerá 
Morada 
Para que Paraíso 
Eu a chame. 
Para teu nome 
                Descobrir 
   Para teu nome 
         Navegar.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Palavra

À deriva